MAX NO EL PAÍS
Max, autor recentemente galardoado com o 'prémio nacional del comic' pela obra Hechos, dichos, ocurrências y andanzas de Bardin el Superrealista, inicia hoje a sua colaboração no suplemento Babelia, do jornal El País, assinando-lhe a capa (capa essa que tentei digitalizar, mas a minha relação com o Photoshop continua má e o grão era tanto que mal se percebiam os traços...).
29.12.07
22.12.07
MODO DE PAUSA
O Beco vai encerrar por uns dias, até passar a euforia natalícia à qual é difícil escapar.
A partir do dia 26 haverá mais leituras e comentários e algumas notas sobre Postais de Viagem, de Teresa Câmara Pestana.
E para os atrasados, uma sugestão:

Notícias do Quelele, Bairro de Bissau é o resultado de uma parceria entre o artista e as escolas populares Aruna Embaló (que tive o prazer de conhecer na Amadora) e Penha-Bôr, na Guiné-Bissau. Orientados por Corbel, os alunos das escolas populares reuniram textos e ilustrações sobre os modos de vida e a realidade que os rodeiam e de que fazem parte. Aprende-se muito com este livro, que tanto fala dos penteados tradicionais como dos transportes, passando pela vida doméstica ou pelo casamento. Aprende-se sobretudo com as ilustrações, expressivas e reveladoras de uma criatividade atenta ao mundo e aos modos de interagir com ele.
Até lá, bom Natal para tod@s!
O Beco vai encerrar por uns dias, até passar a euforia natalícia à qual é difícil escapar.
A partir do dia 26 haverá mais leituras e comentários e algumas notas sobre Postais de Viagem, de Teresa Câmara Pestana.
E para os atrasados, uma sugestão:

Notícias do Quelele, Bairro de Bissau é o resultado de uma parceria entre o artista e as escolas populares Aruna Embaló (que tive o prazer de conhecer na Amadora) e Penha-Bôr, na Guiné-Bissau. Orientados por Corbel, os alunos das escolas populares reuniram textos e ilustrações sobre os modos de vida e a realidade que os rodeiam e de que fazem parte. Aprende-se muito com este livro, que tanto fala dos penteados tradicionais como dos transportes, passando pela vida doméstica ou pelo casamento. Aprende-se sobretudo com as ilustrações, expressivas e reveladoras de uma criatividade atenta ao mundo e aos modos de interagir com ele.
Até lá, bom Natal para tod@s!
20.12.07
BD JORNAL #21
Já circula pelas bancas a vigésima primeira edição do BD Jornal. Sobre o conteúdo, que inclui um dossier sobre o último Festival Internacional de BD da Amadora, pode ler-se tudo no Kuentro. Pela minha parte, assino um artigo sobre Heath Robinson e a exposição retrospectiva da sua obra que esteve patente no Cartoon Museum, em Londres.
Já circula pelas bancas a vigésima primeira edição do BD Jornal. Sobre o conteúdo, que inclui um dossier sobre o último Festival Internacional de BD da Amadora, pode ler-se tudo no Kuentro. Pela minha parte, assino um artigo sobre Heath Robinson e a exposição retrospectiva da sua obra que esteve patente no Cartoon Museum, em Londres.
18.12.07
LEITURAS DO DIA
A crónica de Miguel Porto sobre a tão falada euforia da banda desenhada galega e as perspectivas para o futuro.
A crónica de Miguel Porto sobre a tão falada euforia da banda desenhada galega e as perspectivas para o futuro.
17.12.07
BABINSKI
Os originais do livro Babinski, de Luís Henriques e José Feitor (a partir de um livro de Gustav Meyrinck), continuam em exposição na Bedeteca de Lisboa, até ao fim do ano.
Os originais do livro Babinski, de Luís Henriques e José Feitor (a partir de um livro de Gustav Meyrinck), continuam em exposição na Bedeteca de Lisboa, até ao fim do ano.
13.12.07
FEIRA LAICA
Este fim de semana, o espaço Maus Hábitos, no Porto, prossegue o acolhimento à Feira Laica.

Para além da programação habitual, a Laica contará com a apresentação das novas edições da Imprensa Canalha e do projecto Derby, em colaboração com os ateliers de serigrafia Mike Goes West. Tudo bons motivos para rumar até ao Porto.
Este fim de semana, o espaço Maus Hábitos, no Porto, prossegue o acolhimento à Feira Laica.

Para além da programação habitual, a Laica contará com a apresentação das novas edições da Imprensa Canalha e do projecto Derby, em colaboração com os ateliers de serigrafia Mike Goes West. Tudo bons motivos para rumar até ao Porto.
12.12.07
ARGH!
Recebi há alguns dias os três primeros números da ARGH!, uma revista de Valência que valeria a pena encontrar por cá. Infelizmente, entre artigos em atraso e outros trabalhos quase hercúleos, ainda não consegui escrever sobre eles. Felizmente que o Pedro Moura, rapaz organizado e prolífico, já o pode fazer: leiam aqui, que vale a pena.
Quanto à ARGH!, e já que não me sobrou ainda o tempo para falar dela aqui, espero que o contacto que agora se iniciou com o Felix Diaz e o Jorge Parras tenha os frutos merecidos. Entre e-mails e envelopes tradicionais, conspira-se através da fronteira...
Recebi há alguns dias os três primeros números da ARGH!, uma revista de Valência que valeria a pena encontrar por cá. Infelizmente, entre artigos em atraso e outros trabalhos quase hercúleos, ainda não consegui escrever sobre eles. Felizmente que o Pedro Moura, rapaz organizado e prolífico, já o pode fazer: leiam aqui, que vale a pena.
Quanto à ARGH!, e já que não me sobrou ainda o tempo para falar dela aqui, espero que o contacto que agora se iniciou com o Felix Diaz e o Jorge Parras tenha os frutos merecidos. Entre e-mails e envelopes tradicionais, conspira-se através da fronteira...
10.12.07
6.12.07
MAL CRIADOS
Mais logo, pelas 21 horas, na Fábrica Braço de Prata, será apresentado o livro Apocalípticos e Integrados, de Jorge Mateus e Luís Rainha, com chancela da Má Criação.
Mais logo, pelas 21 horas, na Fábrica Braço de Prata, será apresentado o livro Apocalípticos e Integrados, de Jorge Mateus e Luís Rainha, com chancela da Má Criação.
5.12.07
4.12.07
PUB
Serve o presente post para anunciar que passarei a escrever com regularidade num novo espaço, de seu nome Cadeirão Voltaire, a meias com a Andreia. A programação normal será retomada dentro de momentos.
Serve o presente post para anunciar que passarei a escrever com regularidade num novo espaço, de seu nome Cadeirão Voltaire, a meias com a Andreia. A programação normal será retomada dentro de momentos.
LEITURAS DO DIA

A edição número 287 do The Comics Journal já está à venda. No site da revista pode ler-se um pequeno excerto da entrevista com Jeffrey Brown, para abrir o apetite.

A edição número 287 do The Comics Journal já está à venda. No site da revista pode ler-se um pequeno excerto da entrevista com Jeffrey Brown, para abrir o apetite.
29.11.07
MAX TILMANN
Mais logo, pelas 19 horas, será lançado o livro Já não há maçãs no Paraíso, de Max Tilmann, na Almedina Atrium Saldanha, com apresentação de João Paulo Cotrim e com a presença do artista Tiago Manuel.
Este é o segundo livro de ilustração de Tilmann editado em Portugal - «pintor e dramaturgo, nascido a 4 de Abril de 1955 em Oldenburg (Alemanha), Max Tilmann estudou na Academia de Artes de Düsseldorf, influenciado pela obra e pela personalidade de Joseph Beuys. Vive em Londres desde 1985.» A edição ficou a cargo da MMMNNNRRRG, com o apoio da Associação Chili Com Carne.
Mais logo, pelas 19 horas, será lançado o livro Já não há maçãs no Paraíso, de Max Tilmann, na Almedina Atrium Saldanha, com apresentação de João Paulo Cotrim e com a presença do artista Tiago Manuel.
Este é o segundo livro de ilustração de Tilmann editado em Portugal - «pintor e dramaturgo, nascido a 4 de Abril de 1955 em Oldenburg (Alemanha), Max Tilmann estudou na Academia de Artes de Düsseldorf, influenciado pela obra e pela personalidade de Joseph Beuys. Vive em Londres desde 1985.» A edição ficou a cargo da MMMNNNRRRG, com o apoio da Associação Chili Com Carne.
26.11.07
BLOCO DE NOTAS: VENHAM +5, Nº4

Chegado à quarta edição, o Venham + 5 parece estar a conseguir cumprir o objectivo da publicação de dois números por ano (o número anterior foi publicado no âmbito do IIIº Festival Internacional de BD de Beja, em Maio). Mas mais do que isso, o fanzine que nasceu dos trabalhos do colectivo Toupeira, de Beja, tem vindo a afirmar-se de modo seguro como suporte de divulgação do trabalho que vai sendo desenvolvido em Beja e arredores e das relações que esse trabalho vai estabelecendo com outros projectos, muitas vezes de autores relacionados com Beja (sobretudo através do Festival, que esperamos ver continuar por muitos anos com a qualidade e a ponderação de escolhas e programações que o têm vindo a definir).
Os trabalhos publicados neste número 4 são desiguais em termos de interesse, esforço de composição das narrativas e concretização, tal como tem sido característica dos números anteriores. E se isso seria condenável numa publicação com outro tipo de linha editorial, nesta não parece ser senão o resultado das várias vertentes em que se originam os trabalhos publicados: por um lado, o resultado de um processo de aprendizagem ainda marcado por algum amadorismo (e não se veja a palavra como insulto, mas antes como a constatação de estarmos perante um processo de evolução ainda com muitos passos para dar, mas seguramente capaz de os dar), por outro lado, a consequência dos contactos que vão sendo feitos a partir do dinamismo da Bedeteca e do seu Festival, e que remetem para autores com trabalhos mais ponderados e com linguagens mais amadurecidas. Esse convívio, ainda que resulte numa leitura heterogénea e de interesse desequilibrado, acaba por ser parte importante da identidade e da vocação do Venham +5, oferecendo à leitura o produto de diferentes abordagens e graus de maturidade no compromisso com a construção de uma marca autoral e de um caminho próprios.
Entre os autores que colaboram neste número encontram-se Alain Corbel, em estreia no Venham + 5, abrindo o volume com “A Roça”, que tínhamos encontrado há poucas semanas na revista norte-americana Gamut (de que aqui se falará em breve), Paulo Monteiro, com “O Enforcado”, pequeno exercício em torno de uma elegia sobre o amor, a memória e a morte, Carlos Apolo com uma adaptação de “O Sr. Valery” (de Gonçalo M. Tavares), um trabalho que explora ao pé da letra o texto original, conferindo-lhe propostas de visualização onde o jogo dos pontos de vista é fundamental, e Susa Monteiro com “Adeus Tristeza”, quatro pranchas que ganhariam com um trabalho de argumento mais apurado, mas onde o traço imediatamente identicável da autora se mostra com a sua força habitual, marcado pelos intensos jogos de luz e sombra e pela evocação de metáforas visuais que conferem ao conjunto uma densidade muito próxima do táctil (importa dizer que esta história esteve a concurso no XVII FIBDA, tendo sido olimpicamente ignorada pela maioria do júri, o que levanta algumas questões interessantes sobre o modo como estas coisas se processam e o grau de ‘apuramento crítico’ desejável para que acontecessem de outra forma).
Um último destaque de entre as várias colaborações deste Venham +5: Kike Benloch publica “Onde as Carpas”, registo de contornos diarísticos de uma viagem recente ao Japão. Para além da anotação de algumas descobertas, informações sobre o que vai vendo e os sítios por onde passa, a história de Benloch é um convite à reflexão sobre os clichés e o modo como nos relacionamos com eles nesse estado particular da existência que são as viagens. Ironizando sobre as ideias feitas que se transportam na mala de viagens, Benlloch desenha uma sequência de vinhetas intitulada ‘As seis cousas inúteis sobre Japom que non podes viver sem saber’ que representa de modo claro o programa de intenções assumido nesta história: não se trata de nenhuma dissertação profunda sobre os tais clichés de viagem, ou de uma crítica alicerçada em teses multiculturalistas ou universalistas... os clichés existem e são uma espécie de fardo inevitável quando se viaja, especialmente se o destino é invulgar na lista de destinos habituais do viajante, e/ou se o acto de viajar nem sempre é possível com a frequência desejada. Assumida a inevitabilidade, resta manter a consciência alerta para que os tais clichés não impeçam o acto de ver na sua plenitude, nem a possibilidade de uma relação crítica com o que se vê. A ironia (e a auto-ironia) surge, assim, como mecanismo de filtragem por excelência, permitindo o registo das experiências tidas, clichés incluídos, sem culpas intelectuais de espécie alguma: os japoneses fazem ‘mascotes fofinhas’ a partir de qualquer objecto e a comida japonesa é mais esquisita do que os restaurantes ocidentais de sushi nos querem fazer crer. Pouco importa se isto é ‘verdade’; incluí-se na experiência documentada neste “Onde as Carpas” e faz parte das impressões experimentadas e registadas pelo narrador, compondo uma reflexão sobre a experiência da viagem a partir de um ponto de vista muito pessoal.
O Venham +5 é uma edição da Bedeteca de Beja e da Câmara Municipal de Beja.
Contactos: Casa da Cultura – Rua Luís de Camões, 7800-508 Beja. 284313310. bedetecadebeja@yahoo.com

Chegado à quarta edição, o Venham + 5 parece estar a conseguir cumprir o objectivo da publicação de dois números por ano (o número anterior foi publicado no âmbito do IIIº Festival Internacional de BD de Beja, em Maio). Mas mais do que isso, o fanzine que nasceu dos trabalhos do colectivo Toupeira, de Beja, tem vindo a afirmar-se de modo seguro como suporte de divulgação do trabalho que vai sendo desenvolvido em Beja e arredores e das relações que esse trabalho vai estabelecendo com outros projectos, muitas vezes de autores relacionados com Beja (sobretudo através do Festival, que esperamos ver continuar por muitos anos com a qualidade e a ponderação de escolhas e programações que o têm vindo a definir).
Os trabalhos publicados neste número 4 são desiguais em termos de interesse, esforço de composição das narrativas e concretização, tal como tem sido característica dos números anteriores. E se isso seria condenável numa publicação com outro tipo de linha editorial, nesta não parece ser senão o resultado das várias vertentes em que se originam os trabalhos publicados: por um lado, o resultado de um processo de aprendizagem ainda marcado por algum amadorismo (e não se veja a palavra como insulto, mas antes como a constatação de estarmos perante um processo de evolução ainda com muitos passos para dar, mas seguramente capaz de os dar), por outro lado, a consequência dos contactos que vão sendo feitos a partir do dinamismo da Bedeteca e do seu Festival, e que remetem para autores com trabalhos mais ponderados e com linguagens mais amadurecidas. Esse convívio, ainda que resulte numa leitura heterogénea e de interesse desequilibrado, acaba por ser parte importante da identidade e da vocação do Venham +5, oferecendo à leitura o produto de diferentes abordagens e graus de maturidade no compromisso com a construção de uma marca autoral e de um caminho próprios.
Entre os autores que colaboram neste número encontram-se Alain Corbel, em estreia no Venham + 5, abrindo o volume com “A Roça”, que tínhamos encontrado há poucas semanas na revista norte-americana Gamut (de que aqui se falará em breve), Paulo Monteiro, com “O Enforcado”, pequeno exercício em torno de uma elegia sobre o amor, a memória e a morte, Carlos Apolo com uma adaptação de “O Sr. Valery” (de Gonçalo M. Tavares), um trabalho que explora ao pé da letra o texto original, conferindo-lhe propostas de visualização onde o jogo dos pontos de vista é fundamental, e Susa Monteiro com “Adeus Tristeza”, quatro pranchas que ganhariam com um trabalho de argumento mais apurado, mas onde o traço imediatamente identicável da autora se mostra com a sua força habitual, marcado pelos intensos jogos de luz e sombra e pela evocação de metáforas visuais que conferem ao conjunto uma densidade muito próxima do táctil (importa dizer que esta história esteve a concurso no XVII FIBDA, tendo sido olimpicamente ignorada pela maioria do júri, o que levanta algumas questões interessantes sobre o modo como estas coisas se processam e o grau de ‘apuramento crítico’ desejável para que acontecessem de outra forma).
Um último destaque de entre as várias colaborações deste Venham +5: Kike Benloch publica “Onde as Carpas”, registo de contornos diarísticos de uma viagem recente ao Japão. Para além da anotação de algumas descobertas, informações sobre o que vai vendo e os sítios por onde passa, a história de Benloch é um convite à reflexão sobre os clichés e o modo como nos relacionamos com eles nesse estado particular da existência que são as viagens. Ironizando sobre as ideias feitas que se transportam na mala de viagens, Benlloch desenha uma sequência de vinhetas intitulada ‘As seis cousas inúteis sobre Japom que non podes viver sem saber’ que representa de modo claro o programa de intenções assumido nesta história: não se trata de nenhuma dissertação profunda sobre os tais clichés de viagem, ou de uma crítica alicerçada em teses multiculturalistas ou universalistas... os clichés existem e são uma espécie de fardo inevitável quando se viaja, especialmente se o destino é invulgar na lista de destinos habituais do viajante, e/ou se o acto de viajar nem sempre é possível com a frequência desejada. Assumida a inevitabilidade, resta manter a consciência alerta para que os tais clichés não impeçam o acto de ver na sua plenitude, nem a possibilidade de uma relação crítica com o que se vê. A ironia (e a auto-ironia) surge, assim, como mecanismo de filtragem por excelência, permitindo o registo das experiências tidas, clichés incluídos, sem culpas intelectuais de espécie alguma: os japoneses fazem ‘mascotes fofinhas’ a partir de qualquer objecto e a comida japonesa é mais esquisita do que os restaurantes ocidentais de sushi nos querem fazer crer. Pouco importa se isto é ‘verdade’; incluí-se na experiência documentada neste “Onde as Carpas” e faz parte das impressões experimentadas e registadas pelo narrador, compondo uma reflexão sobre a experiência da viagem a partir de um ponto de vista muito pessoal.
O Venham +5 é uma edição da Bedeteca de Beja e da Câmara Municipal de Beja.
Contactos: Casa da Cultura – Rua Luís de Camões, 7800-508 Beja. 284313310. bedetecadebeja@yahoo.com
PRÉMIO LITERÁRIO
A edição deste ano do Prémio Literário Figueira da Foz receberá a concurso apenas trabalho de banda desenhada. O regulamento pode ser consultado aqui, mas fica já o aviso: os trabalhos têm de debruçar-se sobre o tema das invasões francesas e, mais concretamente, da resistência a essas invasões na Figueira da Foz. Fica o aviso.
A edição deste ano do Prémio Literário Figueira da Foz receberá a concurso apenas trabalho de banda desenhada. O regulamento pode ser consultado aqui, mas fica já o aviso: os trabalhos têm de debruçar-se sobre o tema das invasões francesas e, mais concretamente, da resistência a essas invasões na Figueira da Foz. Fica o aviso.
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