14.11.05

BLACK BOX STORIES
No Kuentro podem ler a notícia da apresentação de Black Box Stories, o projecto de José Carlos Fernandes (argumento) que contará com vários desenhadores (Miguel Rocha, Luís Rodrigues, Susa Monteiro e Roberto Gomes).
NOVAS DA SÉRVIA
Depois de alguns mails trocados após a entrevista que nos concedeu no FIBDA, Aleksander Zograf escreve-nos agora para dar conta de uma das suas colaborações no Osservatorio Sui Balcani, desta vez a partir da visita que fez a Lisboa e à Amadora. Espreitem aqui, no segundo link.

11.11.05

S. MARTINHO E BD DE BOLSO
Não tivesse um artigo para acabar de escrever e o que fazia era encher os bolsos com meia dúzia de livros e sair para a rua, a tempo de ainda aproveitar alguns raios de sol...

A BÍBLIA EM BEJA
Já inaugurou a nova exposição da Bedeteca de Beja, desta vez dedicada aos trabalhos de banda desenhada, ilustração e fotografia da revista Bíblia.

A exposição conta com trabalhos de Alice Geirinhas, Ana Cortesão, Céu Guarda, Dani Roxo, Filipe Abranches, João Chambel, João Fontesanta, Luís Lázaro, Pedro Amaral, Pedro Zamith e Susana Paiva, entre outros, e está patente até ao dia 9 de Dezembro, na Galeria de Exposições Temporárias.

A revista Bíblia viu a luz pela primeira vez em 1996. De então para cá foram publicados 22 números, pontuados pela experimentação e pelo arrojo em áreas tão distintas como o desenho, a fotografia, a banda desenhada, o design, a ilustração, a prosa, o conto ou a poesia.
Pelas suas páginas já passaram mais de 300 colaboradores nacionais e internacionais, o que dá uma ideia do projecto conduzido por Tiago Gomes. A exposição, que mostra ilustrações, bandas desenhadas e fotografias referentes a vários períodos da revista, permite uma visão abrangente acerca de algumas das tendências que se vão fazendo sentir nestas áreas.


GALERIA DE EXPOSIÇÕES TEMPORÁRIAS
1º andar - Casa da Cultura (junto à entrada da Bedeteca)
2ªs das 18h00 às 24h00, de 3ª a 6ª das 14.00h às 20.00h, e aos Sábados das 14h00 às 20h00

Bedeteca de Beja
Casa da Cultura
Rua Luís de Camões
7800 - 508 BEJA

10.11.05

FANTAGRAPHICS
As últimas novidades estão aqui.

9.11.05

UM JOGO
Escrever a partir de imagens, desenhar a partir de palavras. E tudo numa caixa de fósforos.
ÀS VOLTAS COM A HISTÓRIA


Das Conferências do Casino à Filosofia de Ponta : percurso histórico da banda desenhada portuguesa
João Paulo Paiva Boléo e Carlos Bandeira Pinheiro
Bedeteca de Lisboa, 2000

8.11.05

VISITA DO DIA

Philippe de Kemmeter
LEITURAS DO DIA
Henrique Torreiro escreve, aqui, sobre o trabalho de Scott McLoud.

7.11.05

FIBDA 05 - PARA O ANO HÁ MAIS!
O último fim-de-semana do FIBDA foi o mais agitado, pelo menos a avaliar pelos engarrafamentos na sala de autógrafos... Gibrat, Stassen e Boucq foram os 'responsáveis' pelo caos e não pararam de desenhar a tarde toda (bem, o Stassen parou várias vezes para beber muitos cafés e para dar uma entrevista ao Beco, que será transcrita assim que eu conseguir parar de correr de um lado para o outro, ou seja, nos próximos dias).



Antes do encerramento ainda houve tempo para uma nova volta pelas exposições e para mais um olhar atento sobre as pranchas de Winsor McCay e o seu Little Nemo, nunca antes expostas, bem como sobre a selecção de pranchas de Sandman, uma das mais interessantes séries de bd de sempre:

BD JORNAL Nº7
Aqui fica o press-release, enviado pelo J. Machado-Dias:

O BDjornal nº 7 já saiu!
Como prometido, desta vez correu tudo bem, aí está o BDJ7 (nome de código dado pelo Daniel Maia e que me parece fixe).
Com uma designação genérica FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DA AMADORA E OUTROS SALÕES, FESTIVAIS E? QUE MAIS, o jornal tenta abranger uma verdadeira ronda por tudo quanto é evento sobre BD. Com a primeira reportagem sobre o FIBDA 2005, essencialmente fotográfica; a reportagem do Salão de Viseu; o programa do Salão de Moura BD 2005 (a realizar de 12 a 27 de Novembro); o anúncio do Salão de BD do Porto, a comemorar os 20 anos da 1º Edição e editado virtualmente em www.sibdp.com; muitas outras notícias sobre muitos outros festivais, com Clara Botelho em Volta ao mundo em Festivais.
Depois, um texto de José Carlos Francisco sobre A Longa Cavalgada de Tex; a conversa de Pedro Cleto com Étienne Davodeau, João Miguel Lameiras no Festival de Cinema Fantástico de Sitges 2005; as considerações de Sara Figueiredo Costa sobre a obra de Aleksandar Zograf; a tentativa de interpretação de Nuno Franco dos Estranhos Sonhos de Max, a crítica de Pedro Cleto ao novo Asterix, etc?
Ainda uma BD de Andreia Rechena e o caderno destacável central com o Xatoman de Álvaro.
O BDjornal nº 7 só está ainda à venda no FIBDA (neste fim-de-semana), no stand Pedranocharco-Ulmeiro, com a Promoção de Assinaturas em grande destaque e a ter grande afluência e aceitação do público.
Está ainda na Kingpin of Comics e na Casa da BD, no Mercado de Santa Bárbara (Feira da Ladra.).
Na próxima semana haverá a distribuição VASP e a colocação nos habituais postos de venda.




É só procurá-lo por aí! Mais informações no Kuentro.

4.11.05

FIBDA 05 - O SONHO NA BD PORTUGUESA



Num dos muitos recantos da estação de metro da Amadora-Este pode ver-se a exposição 'O Sonho na BD Portuguesa'. Num cenário algo psicotrópico, com um jogo de luzes muito interessante (mas que aumenta ainda mais a sensação de calor...) podem ver-se pranchas originais de António Jorge Gonçalves/ Nuno Artur Silva, José Carlos Fernandes, Rui Pimentel, Diniz Conefrey, Rui Lacas, David Soares, José Ruy, Miguel Rocha, Luís Louro, Filipe Abranches (do belíssmo O Diário de K), Miguel Rocha e João Fazenda. A amostra é representativa dos últimos anos de edição e, mesmo com a entrada/ saída a desembocar junto à porta que dá acesso ao maravilhoso mundo de Winsor McCay, 'O Sonho na Bd Portuguesa' merece o destaque do Beco, não por acharmos que o que é nacional é bom, mas porque a selecção das pranchas e dos autores nos parece um bom ponto de partida para uma reflexão temática dentro da produção recente da bd que se faz por cá. Juntando-lhe uma pesquisa sobre o que se passa no meio da edição 'não oficial' e procurando perceber se há material relevante para o tema nas publicações dos últimos dez/quinze anos, temos pano para mangas...

FIBDA 05 - O ÚLTIMO FIM DE SEMANA
Amanhã e depois estarão presentes no FIBDA os seguintes autores:

Sábado
15h
Bruno Marchand; Bryan Talbot; Diniz Conefrey; Esad Ribic; Gibrat; José Abrantes; José Carlos Fernandes; Leandro Fernandez; Ricardo FErrand; Stassen.
16h
Bruno Marchand; Bryan Talbot; Ed Brubaker; Esad Ribic; François Boucq; Gary S. Millidge; Gibrat; Leandro Fernandez; Liam Sharp; Pedro Leitão; Ricardo Ferrand; Stassen.
17h
Bruno Marchand; Ed Brubaker; Esad Ribic; François Boucq; Gary S. Millidge; José Carlos FErnandes; Leandro FErnandez; Liam Sharp; Pedro Leitão; Ricardo FErrand; Sean Phillips; Stassen
18h
Bryan Talbot; Ed Brubaker; François Boucq; Gary S. Millidge; José Carlos Fernandes; Liam Sharp; Pedro Leitão; Sean Phillips.

Domingo
15h
Bruno Marchand; Diniz Conefrey; Ed Brubaker; Esad Ribic; François Boucq; Gibrat; José Carlos Fernandes; Leandro Fernandez; Ricardo FErrand; Stassen.
16h
Brun Marchand; David Soares; Derradé; Ed Brubaker; Esad Ribic; François Boucq; Gibrat; José Abrantes; Leandro Fernandez; Pedro Leitão; Ricardo Ferrand; Sean Phillips.
17h
Bryan Talbot; David Soares; Derradé; Ed Brubaker; Esad Ribic; François Boucq; Gary S. Millidge; Gibrat; Liam Sharp; Ricardo Ferrand; Sean Phillips; Stassen.
18h
Bryan Talbot; Gary S. Millidge; Leandro Fernandez; Liam Sharp; Stassen

3.11.05

ILUSTRARTE - INAUGURAÇÃO
É já no próximo sábado, dia 5 de Novembro, pelas 17 horas, que inaugura a exposição da 2ª edição da ILUSTRARTE - Bienal Internacional de Ilustração para a Infância.



A exposição estará patente ao público até dia 31 de dezembro de 2005, no Auditório Municipal Augusto Cabrita - Parque da Cidade, Barreiro.
De Terça a Domingo das 15H00 às 20H00.

O Beco recebeu o convite, contudo não pode estar presente na inauguração, nem na entrega de prémios (que decorre no mesmo dia), mas vai dar notícias da exposição, assim que conseguir lá ir.
FIBDA 05 - À CONVERSA COM MAX
No sábado passado conversámos com Max, um dos autores presentes no último fim-de-semana do FIBDA. Max revelou-se um conversador nato...sempre que o gravador estava desligado! A partir do momento em que a entrevista começou a sério, alguma timidez tomou conta do autor de Gustavo que nem sequer se apercebeu que a Sílvia já tinha tirado meia dúzia de fotografias. Ainda assim, a conversa foi muito interessante. Aqui fica:



A inevitável pergunta clássica... Como começaste a fazer bd?
Comecei com 17 anos, porque conhecia um grupo de gente que já fazia... Sempre li banda desenhada, principalmente espanhola e europeia (Tintim, Astérix, etc) e gostava muito, mas quando descobri o trabalho do Robert Crumb percebi que a bd também podia servir para falar da realidade. E assim começou tudo.

Foi aí que nasceu o Gustavo?
Um bocadinho depois. Nessa altura estive uns quatro ou cinco anos a trabalhar para fanzines e revistas de pouca circulação, a experimentar coisas novas. O Gustavo aparece no fim deste período, na mesma altura em que começou a ser publicado na revista El Víbora (em 1979).

Que ideia tinhas em mente quando criaste o Gustavo?
Queria um personagem que reflectisse a realidade do mundo que me rodeava naquele momento: hippies, anarquistas, gente politizada que queria fazer coisas...

O mundo, o teu mundo, mudou muito, desde essa altura?
Sim, e acho que para pior. Não é que nessa altura fosse maravilhoso, mas com o fim recente da ditadura espanhola havia muita esperança, muitas ilusões... Hoje não.

Como era o movimento underground da banda desenhada catalã?
Primeiro que tudo, era muito divertido, e com muita vontade de comunicar, de fazer coisas. Muitos de nós vínhamos de Belas Artes e queríamos pintar, mas percebemos que o potencial da banda desenhada era muito maior que o da pintura. Nós queríamos contar histórias, e a bd era o meio perfeito para isso. De resto, foi uma época muito boa...

E as outras pessoas que participavam nesse movimento, continuam a fazer bd?
Quase ninguém continua. De facto, parece-me que eu sou o único sobrevivente (risos), pelo menos o único que faz bd com regularidade.

A revista Nosotros Somos Los Muertos, já dos anos noventa, é uma espécie de regresso ao sonho do undergroud dessa altura?
Sim, mas um regresso muito mais inteligente, sem tanta espontaneidade, mas com muito mais reflexão. Nosotros Somos Los Muertos é uma tentativa de criar um espaço autónomo para a banda desenhada de autor numa altura em que, em Espanha, esse espaço não existia. Inspirámo-nos um pouco em L?Association, de França, e a ideia era criar uma espécie de cooperativa de desenhadores... Inicialmente o processo foi um bocado acidentado, principalmente porque Pere Joan e eu estávamos em Maiorca, longe dos desenhadores de pontos tão produtivos como Madrid, e às vezes era complicado juntarmo-nos para discutirmos as edições. Mas agora as coisas estão a correr bem, melhor do que nunca!

Fala-nos um pouco de El Prolongado Sueño del Señor T, de que podemos ver uma pequena amostra aqui no FIBDA.
Nessa altura interessou-me reflectir sobre o interior do ser humano; tinha lido coisas de Jung e estava muito influenciado por isso... Eu sempre fiz banda desenhada sobre assuntos e situações que têm alguma coisa a ver comigo e nessa altura esava quase, quase na crise dos quarenta anos (risos) e fazia muitas perguntas sobre mim mesmo. A ideia de El Prolongado Sueño del Señor T. É mesmo essa, tentarmos entender-nos a nós próprios. A ideia da cama de hospital é apenas um pretexto para o argumento que queria desenvolver...


(uma das pranchas expostas no Festival)

Os sonhos são um material importante para o teu trabalho?
Sim, muito. Embora eu sonhe como toda a gente e nem sequer me costume lembrar do que sonhei... Mas há alguns sonhos especiais que ficaram gravados. Nesse livro há sonhos que são, de facto, sonhos reais, que eu tive; outros não.

E Peter Pank, que também já esteve exposto aqui na Amadora, há uns anos... Peter Punk é uma visão actualizada, adaptada a novos tempos, de Gustavo?
Sim, pode dizer-se que sim. Eu deixei de desenhar o Gustavo porque me sentia incómodo. O Gustavo converteu-se num ícone do movimento ecológico e libertário da Catalunha, aparecia em cartazes de manifestações, em pixagens pelas paredes, e isso fazia-me sentir desconfortável, pelo que decidi acabar com o Gustavo. Depois disso estive dois anos a fazer histórias curtas no âmbito do fantástico e depois decidi encontrar outra personagem, não necessariamente tão identificado comigo como o era Gustavo. E se o Gustavo ia buscar todas as características a mim mesmo, Peter Punk já só tem uma pequena parte de mim; o resto é muito mais distante.



Para além da banda desenhada, também fazes ilustração editorial e infantil. Como lidas com esse trabalho?
Bem, é como um trabalho paralelo, mas igualmente importante, que permite variar as abordagens e os desafios.

É um desafio desenhar para crianças?
Sim, sim! E ao princípio era pior, porque não sabia como fazer... Mas eu gosto de desafios, para não ter de estar sempre a fazer a mesma coisa. E o trabalho da ilustração infantil é um desafio muito bom.

Voltemos ao underground, para acabar... Nos anos oitenta havia alguma espécie de contacto entre os colectivos de bd catalães e os portugueses? E agora, com a facilidade da internet e dos e-mails?
Não, nenhum. E agora também não. Eu conheço algumas coisas que se fazem por cá, alguns autores, mas poucos. Parece que sempre foi assim, de costas voltadas... E é estranho e absurdo que assim seja, mas acabamos sempre por não fazer muita coisa para mudar isso. E devíamos.

2.11.05

FIBDA 05 - NÃO ESQUECER...
...a exposição de ilustração da Marta Torrão, na Casa Roque Gameiro.
SALÃO INTERNACIONAL DE BD DO PORTO - O REGRESSO, VIRTUAL



Quatro anos após a sua última realização, o Salão Internacional de Banda Desenhada do Porto (SIBDP) promove - no âmbito das comemorações do seu 20º aniversário - a sua 12ª edição.
Não se tratará do habitual regresso ao Porto e ao seu Mercado Ferreira Borges, mas antes de uma evocação da história desta iniciativa, servida de uma forma diferente.
Com efeito, entre 5 e 26 de Novembro decorrerá a edição 'virtual' deste salão de Banda Desenhada.
Habitualmente reconhecido em termos nacionais como uma das mais importantes realizações no âmbito da BD, esta 12ª edição conta com a participação de diversos autores nacionais que homenageiam o evento (e a cidade) através de uma série de projectos de cartazes para a sua 12ª edição. José Carlos Fernandes; João Fazenda; Rui Ricardo; Fernando Relvas; Arlindo Fagundes; Pedro Morais; Miguel Rocha; Pedro Brito são alguns dos autores que participam.
Inúmeros e conhecidos autores internacionais (presentes ao longo das onze edições do SIBDP) voltarão também a marcar presença - ao longo dos 22 dias - com exposições digitais dos seus últimos trabalhos.
Destaque desde já para Miguel Angel Prado; Schuiten e Peeters; Peter Kuper; Don Rosa; Baru; Charles Berberian; Étienne Davodeau; Lewis Trondhein; James Kochalka e Max; entre outros, do universo de 44 autores que passaram e expuseram a sua obra na cidade do Porto em vinte anos de actividade do Salão.
Ao público bastará aceder a www.sibdp.com para poder recordar as onze edições do Salão do Porto e as suas diversas iniciativas, realizadas ao longo de 20 anos de trabalho em prol da divulgação, defesa e desenvolvimento da Banda Desenhada.
O visitantante poderá ainda consultar o rol de edições que o Salão produziu e/ou apoiou ao longo da sua existência num trabalho pioneiro de apoio a autores portugueses e de divulgação de obras menos conhecidas da BD mundial.

O programa comemorativo prosseguirá no próximo ano com a edição de um livro sobre o historial do SIBDP e sobre 20 anos de Banda Desenhada em Portugal.

Imagem gráfica Rui Duarte (cartaz anexo)
Web Design - Alfaiataria Visual com Ponto.Pr
Apoios - Porto Digital; Culturporto e Câmara Municipal do Porto; Instituto Português da Juventude; Edições Devir; Ponto.Pr; Alfaiataria Visual e FNAC
LEITURAS DO DIA
Via Neorama dos Quadrinhos, aqui ficam dois textos sobre as mulheres na banda desenhada (ou, muitas vezes, sobre a sua ausência).

31.10.05

FIBDA 05 - COM A MÃO NA MASSA
Apesar do calor, o espaço de autógrafos do FIBDA estava, ontem à tarde, muito animado. Nós aproveitámos a espera numa das filas para apanhar alguns autores em flagrante...


Ricardo Ferrand e Miguel Rocha


Marina Palácio e Cameron Stewart/Ed Brubaker

30.10.05

FIBDA 05 - BREVEMENTE...
Nos próximos dias vamos disponibilizar as duas entrevistas que fizémos este fim-de-semana, com Jo-El Azara e com Max.
Teremos também mais imagens do festival e alguns comentários sobre as exposições que vimos.