25.5.08

UMA BIBLIOTECA IMAGINÁRIA

Inaugura amanhã, pelas 11H00, no Auditório Augusto Cabrita, a exposição de ilustração Uma Biblioteca Imaginária - Livros infantis que (ainda) não existem.



Esta mostra parte do desafio proposto aos ilustradores (72 de 30 países) de criarem a capa de um livro, existente, ou não, que gostassem de ilustrar.

Estará patente até ao dia 31 de Julho,no seguinte horário:
Terça-Feira a Domingo das 17H00 às 22H00.

Mais informações em www.ilustrarte.net.
FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA

Fecha hoje as portas, mas até à meia-noite ainda há programa.

20.5.08

VISITA DO DIA




O trabalho da ilustradora Carole Hénaff, que descobri aqui.

15.5.08

A NÃO PERDER

Hoje, às 22h45m, no cinema King, uma retrospectiva dos irmãos Quay no âmbito da Monstra 2008.


The Epic of Gilgamesh (1985)


Rehearsals for Extinct Anatomies (1987)


The Comb (From the Museums of Sleep) (1991)
PRÉMIO NACIONAL DE ILUSTRAÇÃO 2007

Com vários dias de atraso, aqui ficam os premiados:

Depois de analisadas as 130 candidaturas, O júri, constituído por Dora Batalim, Sara Reis Silva e Maria Carlos Loureiro decidiu, por unanimidade, atribuir o Prémio Nacional de Ilustração a Cristina Valadas, pelas ilustrações da obra O rapaz que sabia acordar a Primavera com texto de Luísa Dacosta , das Edições Asa.



Foram atribuídas duas menções honrosas, uma às ilustrações da obra Quando eu nasci, da autoria de Madalena Matoso, com texto de Isabel Minhós Martins, da Planeta Tangerina, e outra às ilustrações da obra O rapaz que aprendeu a voar, da autoria de José Miguel Ribeiro, com texto de Alexandre Honrado, da Dom Quixote.



O júri decidiu, ainda, distinguir as seguintes obras e respectivos ilustradores:

José Saraiva, Vermelho-Cereja, texto de François David (trad.), Ambar.
Alex Gozblau, Romance do 25 de Abril, texto de João Pedro Mésseder, Caminho.
Bernardo Carvalho, A Grande Invasão, texto de Isabel Minhós Martins, Planeta Tangerina.
Gémeo Luís, A Boneca Palmira, texto de Matilde Rosa Araújo, Edições Eterogémeas.
Teresa Lima, Ovos Cozidos, texto de Marisa Núñez (trad.), OQO Editora.
Margarida Botelho, A Colecção, texto de Margarida Botelho, Edição de autor.

12.5.08

UMA EDITORA CANALHA

Com a agitação de Beja, acabei por esquecer-me: no último número da Time Out, assino um artigo sobre a Imprensa Canalha. Podem lê-lo aqui.
BEJA I

Como sempre, os elogios não são demais para o Festival de BD de Beja. Nesta quarta edição, as exposições voltam a revelar uma sábia programação, com a preocupação de interessar diferentes públicos, mas sem nunca ceder ao desleixo ou ao desinteresse.

No espaço central, na Casa da Cultura - Bedeteca, as exposições de Martin Tom Dieck, Dave McKean, Frantz Duchazeau foram as mais apreciadas aqui pelo Beco, e isto sem menosprezar nenhuma das outras. No espaço do Museu Regional, o mais recente trabalho de Susa Monteiro (editado durante o Festival) confirmou aquele que é um dos valores seguros da banda desenhada contemporânea. Infelizmente, escapou-nos a exposição do Diniz Conefrey, no conservatório (pensávamos vê-la no domingo de manhã, mas estava encerrada...).







Para além do livro A Carga, de Susa Monteiro, a Bedeteca de Beja editou também um novo número do Venham + 5, desta vez em formato de revista, com lombada e dezenas de colaborações. A comentar por aqui nos próximos dias.

9.5.08

A CAMINHO DE BEJA



O IV Festival Internacional de BD de Beja já tem site e abre as portas amanhã, pelas 15 horas. O Beco muda-se para o sul duarante o fim de semana e promete contar tudo no regresso. Até lá!

8.5.08

O PEDRO E O LOBO



Inaugurou hoje, no Auditório Municipal Augusto Cabrita (AMAC), a exposição das ilustrações originais do livro A história secreta de PEDRO E O LOBO, uma adaptação do clássico de Sergei Prokofiev, escrita por João Paulo Cotrim e ilustrada por de João Fazenda (editado pela Assírio e Alvim).



A exposição estará patente ao público até 31 de Julho, de Terça-feira a Domingo das 17H00 às 22H00.

Mais informações em www.ilustrarte.net

7.5.08

A MONSTRA ESTÁ DE VOLTA



Amanhã, dia 8, arranca a 7ª edição do Festival de Animação de Lisboa - Monstra.

O país convidado desta edição é o Reino Unido. Para além de uma retrospectiva do seu cinema de animação, de projecção filmes de nomes como Nick Park, Joanna Quinn ou Mark Baker, há também uma homenagem ao clássico Yellow Submarine, de Georges Dunning, estreado há 40 anos).

Este ano, para a competição oficial de curtas-metragens, foram seleccionadas 55 obras provenientes de vários pontos do mundo (10 das quais portuguesas).

Há ainda workshops, master-classes, concertos, exposições e a Monstrinha, dedicada aos mais novos.

As sessões terão lugar no Teatro Maria Matos, cinemas King, cinema São Jorge e Museu do Oriente (onde terá lugar uma retrospectiva do trabalho de animação do japonês Osamu Tezuka)

A Monstra fica em Lisboa até dia 18 de Maio.

Para mais informações: www.monstrafestival.com

5.5.08

HOMENAGEN A JOSÉ RUY

Imaugura na próxima quinta-feira, pelas 19 horas, no CNBDI (Amadora), a exposição Como se Desenham os Sonhos - Homenagem a José Ruy.



Nesta exposição damos a conhecer, através da criatividade do Mestre José Ruy, os maiores feitos e factos históricos da Amadora, além de parte do seu património. A mostra revela-nos, igualmente, todo o processo criativo do autor, nomeadamente para a criação dos álbuns “Levem-me nesse sonho” e “Levem-me nesse sonho… acordado” (versão mais actualizada), dedicados à História da Amadora em banda desenhada: ideia, guião, planificação, esboços e textos, a passagem à cor e o acompanhamento da impressão.

Nas duas salas da galeria de exposições, podem ser vistas as pranchas originais da "História da Amadora em Banda Desenhada", fotografias da época e actuais de alguns dos elementos patrimoniais mais significativos da Cidade e objectos pessoais do autor José Ruy.

A exposição tem o propósito, igualmente, de homenagear José Ruy, autor que, com mais de sessenta anos de trabalho em prol da BD, doou a obra de toda uma vida à Amadora. São mais de cinco mil trabalhos originais, peças que constituíram a primeira pedra na construção de uma colecção única no País.

3.5.08

IV FESTIVAL INTERNACIONAL DE BD DE BEJA

Começa no próximo dia 10 de Maio (e não no dia 5, como divulgou o Diário Digital e, por arrasto, vários blogs e órgãos de comunicação 'profissionais', como televisões e jornais, que bem podiam ter-se dado ao trabalho de confirmar a informação) e prolonga-se até ao dia 25 deste mês.



Exposições na Bedeteca/ Casa da Cultura:
Dave McKean, Filipe Andrade & Filipe Pina, Frantz Duchazeau, Gipi, João Lemos, Martin Tom Dieck, Nuno Saraiva, PEdro Leitão, 10 anos de bd Galega, Jovens Autores da América.

Na Biblioteca Municipal de Beja - José Saramago:
Do Pax-Fanzine ao Venham +5 (Doze anos de Viagem)

No Conservatório Regional do Baixo Alentejo:
Diniz Conefrey

No Museu Jorge Vieira – Casa das Artes:
Osvaldo Medina & Pepedelrey e Teresa Câmara Pestana

No Museu Regional de Beja:
Susa Monteiro

Na Pousada de S. Francisco:
Toupeira: Exposição Colectiva com Carlos Apolo Martins, Carlos Páscoa, Inês Freitas, Lam, Lobato, Luís Guerreiro, Maria João Careto, Paulo Monteiro, Pedro Ganchinho, Susa Monteiro, Véte, Vítor Cabral, Zé Francisco e Zé Pedro.

Mais informações brevemente.

2.5.08

NO QUE UMA PESSOA SE VÊ ENVOLVIDA...

O título é só para o charme. Na verdade, o convite do Marcos para participar no Invisual foi recebido com agrado e a experiência radiofónica correu bem, apesar do pouco tempo que tivémos para conversar. Deixo a nota de divulgação e a imagem que a acompanha (cortesia do Angel de la Calle e dos seus Diarios del Festival 2):

Sexta-Feira, às 20h: vai para o "ar-virtual", cortesia da famosa Rádio Zero, mais uma emissão do Invisual, um programa que pretende divulgar as promíscuas relações entre a banda desenhada e a música.
...
Produzido por Marcos Farrajota, o 28º programa continua o ciclo de entrevistas a sócios da Associação Chili Com Carne desta vez com Sara Figueiredo Costa, divulgadora de bd e ilustração, mais conhecida pelo seminal blogue Beco das Imagens.
Playlist: Nerve, Woody Guthrie, Johnny Cash - estas duas últimas, escolhas da convidada.
...
É repetido à Segunda-Feira pelas 11h30.



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Imagem de Angel de la Calle retirada do segundo volume de Diarios del Festival, diários onde o autor espanhol regista apontamentos sobre os festivais por onde vai passando.

28.4.08

VISITA DO DIA

Tuhru.net, um projecto de Anna Virtanen, Ami Lindholm e Elina Minn.



BLOCO DE NOTAS: Vencer os Medos

Já chegou às livrarias. Tem a assinatura de João Paulo Cotrim, no argumento, e de João Fazenda, Susa Monteiro, Maria João Worm, Pedro Burgos, Tiago Albuquerque, Miguel Rocha, Rui Lacas e Alex Gozblau no desenho. O ponto de partida, coisa raramente conhecida ou tornada pública em processos de criação dos quais podem, ou não, resultar livros, são os ‘Objectivos do Milénio’, a lista de compromissos que a ONU assumiu como prioridade até 2015.



Vencer os Medos – Objectivos do Milénio
VVAA
Assírio e Alvim, 2008

Afastando-nos das intenções positivas e impossíveis de não subscrever (mesmo que desconfiando da real vontade de compromisso dos governos dos países signatários...), e porque é de um livro que se trata, remetamo-nos ao trabalho que se publica. E duas vias parecem estabelecer-se para uma possível leitura. De um ponto de vista político, na acepção mais abrangente do termo, a iniciativa de convidar artistas, escritores e criadores em geral para trabalharem a partir de uma causa humanitária, divulgando determinada mensagem junto do público, pode proporcionar bons resultados ao nível da consciencialização para um determinado problema, ou não produzir resultado algum – não o saberemos lendo um livro. Mas de um ponto de vista, digamos, editorial, de leitura, de promoção de valores e promoção da leitura propriamente dita, uma iniciativa como esta pode ter outros resultados: quem chega a um livro como este pela procura de uma mensagem de carácter humanitário, pode bem vir a ter uma revelação relativamente aos registos gráficos e narrativos que aqui se mostram, descobrindo trabalhos e linguagens que não conhecia. Inverte-se, assim, o propósito de divulgação humanitário, e essa inversão não parece nada negativa.
Enfim, chegados às pequenas histórias que se entrecruzam para formar uma história maior, ao miolo propriamente dito deste volume de banda desenhada, algumas considerações se impõem. Apesar das fortes condicionantes de que partiu, João Paulo Cotrim e cada um dos autores que com ele trabalhou conseguiram afastar-se da linearidade do subtexto humanitário para construir uma narrativa. E mesmo que em alguns momentos o discurso narrativo se veja refém da necessidade de incluir determinado texto, remetendo de modo claro para os tópicos que motivaram os ‘Objectivos do Milénio’, a unidade do enredo e a pluralidade das vozes visuais que aqui se apresentam superam quase sempre aquilo que podia ser simplesmente uma história cheia de boas intenções, com a banda desenhada à boleia.
Se este é um trabalho marcado pela associação a uma mensagem que se quer transmitir, com tudo o que isso tem de condicionante relativamente à criação de um discurso autónomo e não espartilhado, também é um momento feliz de reunião dessa mensagem com a criatividade que a partir dela consegue extrapolar. E é, sobretudo, um momento privilegiado para apreciar em conjunto o trabalho de um dos mais relevantes argumentistas da banda desenhada portuguesa e alguns dos seus autores contemporâneos, com vozes próprias bem afirmadas e com visível capacidade de transcenderem a imposição de que partiram.

27.4.08

CAPUCHINHO NAPOLITANO

Com o fim da semana de trabalho e a agitação habitual das comemorações do 25 de Abril, deixei passar a notícia. Agora já acabou, mas ainda assim quero deixar o link: o Richard Câmara esteve em Nápoles, no Salone Internazionale del Fumetto, a acompanhar a exposição do seu trabalho em torno do Capuchinho Vermelho (ou do Cappuccetto Rosso). Espero que tenha corrido bem. Pela minha parte, fico feliz por ter contribuido com o texto para o catálogo, e espero que as minhas palavras tenham sido capazes de dar conta das várias linhas com que se cose um dos capuchinhos mais interessantes dos últimos tempos.
ASA NEGRA

Assim se chama a nova livraria dedicada à banda desenhada que abriu ontem, em Almada. Da responsabilidade de Hugo Teixeira & Ana Riço, a Asa NEgra fica no CC Faraó, loja 4 (Almada), mas também pode ser conhecida aqui.

24.4.08

VISITA DO DIA



O site da ilustradora Luci Gutiérrez.

22.4.08

PRÉMIOS GALEGOS NO SALÃO DE BARCELONA

A notícia vem no semanário A Nosa Terra: a revista Retranca, dirigida por Kiko da Silva, venceu o prémio de Melhor Revista, atribuído pelo público, no Salón de Cómic de Barcelona. Também premiados foram Alberto Vázquez (Melhor Desenho de Autor) e António Seixas (Melhor Argumento).
No mesmo semanário pode ler-se uma entrevista com Kiko da Silva, sobre o prémio e os projectos para o futuro próximo.

21.4.08

VISITA DO DIA


O site da ilustradora Gosia Machon.